História dos Ovos da Páscoa

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O Domingo de Páscoa é a ressurreição, simbolizada pelo ovo, significando o nascimento – a nova vida.

A tradição de oferecer ovos vem da China. No domingo de Páscoa, ao abrir o seu ovo, lembre-se que a paciência chinesa é responsável por essa tradição. Há vários séculos os orientais preocupavam-se em embrulhar os ovos naturais com cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba. Ao retirá-los do fogo, ficavam com desenhos mosqueados na casca. Os ovos eram dados de presente na Festa da Primavera.

O costume chegou ao Egipto. Assim como os chineses, os egípcios distribuíam os ovos no início da nova estação. Depois da morte de Jesus Cristo, os cristãos consagraram esse hábito como lembrança da ressurreição e no século XVIII a Igreja adoptou-o oficialmente, como símbolo da Páscoa.

Desde então, trocam-se os ovos enfeitados no domingo após a Semana Santa. Há duas versões para explicar a substituição de ovos naturais pelos de chocolate. Uma delas conta que a Igreja proibia, durante a Quaresma, a alimentação que incluísse ovos, carne e derivados de leite. Mas essa versão é contraditória, pois, na Idade Média, era comum a bênção de ovos durante a missa antes de entregá-los aos fiéis. A hipótese mais provável é o início do desenvolvimento da indústria de chocolate, por volta de 1828.

Data da Páscoa

Para os cristãos a Páscoa representa a data da Ressurreição de Cristo e que é uma continuação da homenagem em memória à saída dos judeus do Egipto. Assim, o dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março. Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas ocorre após ou no equinócio da primavera boreal, adoptado como sendo 21 de março (Concílio de Nicéia 325 d.C.). A quarta-feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa e portanto a terça-feira de carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa.

Outubro, Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.

1 Comentário

As novas sociedades contemporâneas pressupõem outras maneiras de ser, de estar, de pensar, logo leitores capazes de questionar, de pensar, de refletir. A literatura desempenha, assim, um papel importante na compreensão do mundo real, sendo os livros um veiculo de transmissão de conhecimentos e informação sobre outras culturas, outros povos, sobre o outro.

Na sociedade contemporânea, a leitura assume um papel bastante importante na promoção do desenvolvimento cultural, daí a importância da motivação e incentivo á leitura, a partir das crianças e jovens. Em contextos vários como a família, os amigos, os grupos, a internet, os nossos jovens/crianças aprendem muito sobre a vida e o mundo que os rodeia, mas é na escola e através do livros que aprendem a sistematizar toda essa informação e conhecimento, a pensar, a ter espírito critico, a respeitar as diferenças étnicas, sociais e pessoais e a interiorizar os seus direitos e deveres como cidadãos e pessoas.

O livro e as histórias são importantes para a aprendizagem no domínio linguístico, perceptivo-cognitivo e afectivo-social e constituem um factor de enriquecimento pessoal e de aprendizagem da vida em sociedade, contribuindo para a sua formação e crescimento enquanto cidadãos do futuro.

Mas o que acontece é que quando as crianças não gostam de ler, é muito difícil conseguir que extraiam prazer da leitura: daí termos crianças que dêem frequentemente pontapés na gramática, enrolem a leitura. Quando não há motivação para ler, as oportunidades para aprender decrescem significativamente (Azevedo, 2007: 36).

Por isso, quanto mais cedo as crianças desenvolverem o gosto pelo livro, o hábito de ler, a competência da leitura, melhor para o seu desenvolvimento cognitivo, das capacidades de compreensão, análise e imaginação.

Há que proporcionar o contacto cedo com o livro, desenvolvendo e estimulando várias competências básicas para a aquisição da leitura e da escrita. Ler é uma competência importante a ser trabalhada com a criança, há que fazer as palavras terem sentido, há que compreender, interpretar, relacionar.

É ponto assente que a leitura estimula o nosso raciocínio e a nossa capacidade de entendimento.

Ler é compreender.

Ler é saber.

Ler é trocar.

Ler é comparar as suas experiencias com as narradas pelo escritor.

Ler é refletir sobre o conteúdo das obras.

”children’s literature [is] an excellent medium to introduce global concepts and        to bridge multicultural understanding. […]literature can provide             children with   a more accurate picture of world reality and sensitivity to cultural difference”         (Stoddard, 1983).

 

E que local melhor que a escola, para que tal aconteça? Um dos objectivos da escola é criar leitores ativos. Dentro da escola, a biblioteca escolar tem como principal função a motivação para a leitura e a criação de hábitos regulares desta prática, promovendo atividades diversificadas e sistemáticas, dado o papel determinante que a leitura desempenha no desenvolvimento pessoal, social e escolar dos alunos.

Teresa Reis, professora bibliotecária

“Não se nasce leitor. O leitor faz-se!” (Javier Garcia)

“Quem não ler, não quer saber, quer errar.” (Padre António Vieira)

“Leio e estou liberto.” (Fernando Pessoa)

Guia do Utilizador

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Guia do Utilizador da Biblioteca Escolar


A tua biblioteca é um espaço de construção e partilha de saberes nacionais e internacionais através de fontes diversas desde o suporte em papel às novas tecnologias, que apoia alunos e professores, suporta currículos e actividades de âmbito extra-curricular cumprindo objectivos lúdicos, recreativos e culturais.


Na tua biblioteca encontras…


A área da leitura informal onde podes ler


revistas e jornais


A área de multimédia / audiovisuais / internet


A área de leitura silenciosa onde podes consultar os livros das estantes


A área de estudo / trabalho de pequenos grupos


E ainda um espaço para exposições

Não te Esqueças da Tua Biblioteca

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Mês de Dezembro

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No sentido de sensibilizar os alunos para a quadra natalícia que se aproximava, realizou-se na Biblioteca escolar um Workshop de Natal: foram feitos enfeites natalícios com utilização de materiais recicláveis, apelando assim, ao reaproveitamento de materiais do dia-a-dia. Desenvolveu-se, então, a criatividade através dos recursos oferecidos pela Biblioteca.Conseguiu-se, pois, associar a leitura, os livros e a frequência da biblioteca à ocupação lúdica dos tempos livres.

Mês de Novembro

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No sentido de:- Promover a leitura, aproximando os livros da comunidade escolar;- Estimular nos alunos o prazer de ler;- Associar a leitura, os livros e a frequência da biblioteca à ocupação lúdica dos tempos livres. Realizámos – à semelhança de anos anteriores – a já habitual Feira do Livro, pretendendo assim, transformar a biblioteca num local de encontro da literatura com outras manifestações culturais.Em simultâneo, no espaço da Biblioteca Escolar, encontrava-se patente à comunidade escolar, uma exposição dos trabalhos realizados pelas turmas do PCA (8ªD), na disciplina de Área de Projecto e E.V.T.

Outubro – Mês Internacional da Biblioteca Escolar

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Tal como tínhamos previsto, as actividades programadas tiveram bastante adesão. E a prová-lo estão as fotos que se seguem relativas à nossa Tertúlia Literária.

Durante este Mês foram também distribuídos, pelos alunos, autocolantes com pequenas mensagens de incentivo e promoção da leitura, lembrando que Ler é divertido, é aprender, é fixe, é conhecer…

O filme visionado no dia 25 – Inkheart – coração de tinta - era um filme onde as aventuras vivem em cada página.

Sinopse:

Mortimer “Mo” Folchart e a sua filha de 12 anos, Meggie, partilham a paixão pelos livros. O que eles também partilham é o dom único de trazer as personagens dos livros para a vida quando lêem em voz alta. Mas há um perigo: por cada personagem trazida para a vida, uma pessoa a sério desaparece nas páginas do mesmo livro. Numa das suas viagens a alfarrabistas, Mo ouve vozes que já não ouvia há anos, e quando descobre o livro de onde elas vêm, sente um arrepio pela espinha acima. É Inkheart, um livro recheado de ilustrações de castelos medievais e estranhas criaturas – um livro que ele andava à procura desde que Meggie tinha três anos de idade, quando a sua mãe, Resa, desapareceu para o interior do seu místico mundo…

Ora dá uma espreitadela……

Trailer com legendas em português (vídeos do sapo.pt)

Mr. Bean na Biblioteca

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